— Playbook de Performance · Amplifica Digital —

A gente testa em paralelo,
não em fila.

Como a Amplifica escala campanhas de mídia paga em Meta, LinkedIn e Google Ads. A lógica que a gente usa para decidir o que testar, quando escalar e quando pausar. Sem achismo, sem entregar a decisão para o algoritmo antes da hora.

Começar pelos princípios Ver matriz de decisão Para impressão em PDF: o layout está preparado para quebrar páginas por seção e abrir todos os nós da árvore automaticamente.
Fundamentos

Três regras que valem para as três plataformas.

Antes de abrir gerenciador, o time precisa concordar em como pensar. Se qualquer analista da Amplifica segue estas três regras, o desperdício cai e o aprendizado acelera. É o começo do raio-X que a gente faz em toda conta nova.

01

Paralelo > Fila

Se um público precisa de 7 dias e R$ 5 mil para provar que não converte, a gente perde 7 dias. Rodando 3 hipóteses ao mesmo tempo, a gente perde os mesmos 7 dias e sai com 3 respostas. Sequencial só entra quando o orçamento é apertado e a hipótese principal é sólida.

02

Isole a variável

Teste com público novo + criativo novo + oferta nova não é teste, é chute. A regra é mudar uma coisa por vez. Mesmo criativo em públicos diferentes, ou mesmo público em criativos diferentes. Se você troca duas variáveis, o resultado não ensina nada.

03

Controle antes de escala

Toda campanha começa no modo mais previsível. Cargo direto no LinkedIn, ABO no Meta, correspondência de frase no Search. Só depois de ter aprendizado é que a gente libera automação. Escalar campanha automatizada sem base é o erro mais comum e o mais caro.

Como isso conversa com o que a gente vende: a metodologia começa no diagnóstico. Antes de mexer em campanha, a gente entende qual canal já entrega, qual está enterrado, e onde tem alavanca de crescimento parada. Esse playbook é a parte de dentro do gerenciador. O diagnóstico é o que decide se a gente entra em Meta, LinkedIn ou Google — e com qual peso.
Glossário rápido

Os termos que aparecem daqui pra frente.

Todo termo técnico deste playbook está explicado uma vez aqui e sinalizado com linha tracejada no texto. Passa o mouse em cima que a definição aparece. Se for analista novo, começa por aqui.

Interseção de público

Cruzamento de dois públicos. Só entra quem está em A E em B ao mesmo tempo. Ex: interesse em "gestão financeira" cruzado com cargo "CFO". Reduz volume, aumenta qualificação.

União de público

Soma de dois públicos. Entra quem está em A OU em B. Ex: lookalike de clientes + interessados em concorrentes. Aumenta volume, mistura perfis.

Lookalike (LAL)

Público semelhante criado pela plataforma a partir de uma lista base (compradores, leads qualificados). LAL 1% é o mais parecido, LAL 10% é o mais amplo e menos preciso.

Público core

Público montado à mão a partir de interesses, comportamentos e dados demográficos. O oposto de lookalike (que é gerado pela plataforma) e de retargeting (que usa quem já interagiu).

ABO — Ad Set Budget

Orçamento decidido por conjunto de anúncio, no Meta. Quem controla a distribuição de verba é o analista, não a plataforma. Ideal na fase de teste.

CBO — Campaign Budget

Orçamento decidido por campanha, distribuído automaticamente pelo Meta entre os conjuntos. Bom para escalar quem já sabe o que funciona.

Advantage+

Campanha totalmente automatizada do Meta. A plataforma escolhe público, criativo e lance. Precisa de histórico de conversão para funcionar.

PMax (Performance Max)

Campanha automatizada do Google que entrega em 8 posicionamentos ao mesmo tempo (Search, YouTube, Display, Gmail, Discover, Maps, Shopping, Descoberta). Requer funil integrado ao CRM.

Correspondência de frase

Tipo de match no Google Search. O anúncio aparece quando a busca contém a frase (ou variação próxima), mas não em qualquer combinação. Ponto de partida seguro.

Broad Match

Correspondência ampla no Search. Aparece em qualquer busca que o Google julgue relacionada. Sem histórico de conversão, queima orçamento.

tCPA — Target CPA

Lance por custo por aquisição alvo. Você diz quanto quer pagar por conversão e o Google/Meta otimiza para chegar lá. Só funciona com 30-50 conversões nos últimos 30 dias.

tROAS — Target ROAS

Lance por retorno alvo. Você diz quantas vezes quer receber sobre o gasto (ex: 5x) e a plataforma otimiza. Para e-commerce e clientes com receita atrelada à conversão.

Matched Audiences

Recurso do LinkedIn para subir listas próprias (CNPJs, e-mails, contas-alvo) e mirar anúncios diretamente nelas. Base de qualquer estratégia ABM.

ABM

Account-Based Marketing. Estratégia focada em uma lista finita de contas-alvo (100 a 2000 empresas). Não é sobre volume, é sobre frequência na conta certa.

CAC · CPA · CPL

Custo de aquisição de cliente (CAC), custo por conversão em geral (CPA), custo por lead (CPL). CAC é a métrica de negócio; CPA e CPL são as métricas da mídia.

MQL vs SQL

Marketing Qualified Lead: lead que atende ao ICP. Sales Qualified Lead: lead que virou oportunidade validada pelo time comercial. Mídia entrega MQL, comercial converte em SQL.

Frequência

Quantas vezes a mesma pessoa viu o anúncio no período. Acima de 8 sem conversão nova, o público está saturado. Acima de 10, é hora de renovar criativo ou pausar.

Captação vs Geração de demanda

Captação: pego quem já quer comprar (busca, remarketing, oferta direta). Geração: crio o desejo em quem ainda não conhece (branding, autoridade, conteúdo). Toda conta precisa das duas.

Efeito platô

Conceito da Amplifica. Depois de impactar boa parte do público-alvo, o CPA (custo por aquisição) sobe. É por isso que só captação de demanda não sustenta crescimento — precisa de geração de demanda em paralelo.

Matemática antes da campanha

Como calcular o CPA alvo em 5 minutos.

O playbook diz "5x o CPA alvo" o tempo todo. Mas de onde vem esse número? Do ticket final e da margem do cliente. Analista sênior sabe de cabeça. Analista novo chuta. Essa seção resolve isso — e mostra como o cálculo vira gatilho de pausa direto no gerenciador.

Campanha de lead

Serviços, B2B, ticket recorrente, ciclo de venda com comercial no meio.

Passo 1 — Valor por cliente
Ticket médio × margem = valor por cliente

Ex: ticket R$ 3.000/mês × 30% de margem = R$ 900 de margem por cliente. Esse é o teto absoluto que pode ser pago para conquistá-lo.

Passo 2 — CPL teto
Valor por cliente ÷ taxa de conversão lead→cliente = CPL teto

Ex: R$ 900 ÷ 10% (1 em cada 10 leads fecha) = R$ 90 de CPL (custo por lead) teto. Se ultrapassar isso, você paga mais para gerar o lead do que ganha com o cliente.

Passo 3 — CPL alvo (com lucro)
CPL teto × 50% = CPL alvo

Ex: R$ 90 × 50% = R$ 45 de CPL alvo. Esse é o número que a mídia mira. Ele deixa margem de segurança para variação de mês e ainda gera lucro por lead adquirido.

Passo 4 — Gatilho de pausa
CPL alvo × 5 = gasto máximo sem conversão

Ex: R$ 45 × 5 = R$ 225. Se um conjunto de anúncio gasta R$ 225 e não gerou lead, a hipótese está errada. Duplica com ajuste ou pausa.

Campanha de compra

E-commerce, transação direta, ticket único, jornada curta.

Passo 1 — Margem por venda
Ticket × margem = margem por venda

Ex: produto R$ 200 × 40% margem = R$ 80 de margem bruta por venda. Esse é o valor que sobra depois de descontar custo do produto.

Passo 2 — CPA teto
CPA teto = margem por venda

Ex: CPA (custo por aquisição) teto = R$ 80. Nesse ponto você fica no zero a zero — nem lucra, nem perde. Rodar em cima disso só faz sentido em campanha de aquisição de primeira compra com LTV alto.

Passo 3 — CPA alvo (com lucro)
Margem por venda × 40 a 50% = CPA alvo

Ex: R$ 80 × 45% = R$ 36 de CPA alvo. Rodando nesse patamar, você lucra R$ 44 por venda. É o número que a mídia persegue.

Passo 4 — ROAS mínimo e alvo
ROAS breakeven = 1 ÷ margem

Ex: 1 ÷ 0,40 = 2,5x de ROAS (retorno sobre investimento em anúncio) breakeven. Abaixo disso, você paga para vender. ROAS alvo saudável: 3,5x a 5x dependendo do setor.

Do cálculo para o gerenciador — quando pausar

Fez o cálculo? Agora essa tabela mostra em quanto tempo você deve reagir. São dois gatilhos que rodam em paralelo — pausa quem chegar primeiro.

Seu CPA/CPL alvo Gatilho 1: gasto sem conversão (5x) Gatilho 2: alcance sem conversão
R$ 20 Pausa quando gastar R$ 100 sem conversão 3.000 pessoas (lead simples, e-commerce baixo)
R$ 50 Pausa quando gastar R$ 250 sem conversão 3.000 pessoas (lead simples)
R$ 100 Pausa quando gastar R$ 500 sem conversão 5.000 pessoas (lead considerado — demo, orçamento)
R$ 200 Pausa quando gastar R$ 1.000 sem conversão 5.000 a 8.000 pessoas (B2B ticket alto)
R$ 500+ Pausa quando gastar R$ 2.500+ sem conversão 8.000 pessoas com frequência mínima 2
A regra dos 3.000 alcances — o segundo gatilho de pausa que ninguém usa

Alcance é o número de pessoas únicas que viram o anúncio. Não é impressão. Se 3.000 pessoas diferentes viram e nenhuma converteu, o problema não é volume — é a combinação de público, criativo e oferta que não fechou. Não adianta esperar mais.

Muito analista foca só no gasto (5x CPA alvo) e ignora o alcance. Isso funciona quando o CPC (custo por clique) é caro. Quando o CPC é barato — por exemplo, quando o algoritmo entrega em muita gente com pouco investimento — dá para atingir 3.000 alcances sem sequer chegar perto do 5x CPA em gasto. E aí você fica com dado suficiente para decidir mais rápido.

Onde a regra vale: Meta Ads e LinkedIn Ads. No Google Search, o equivalente é gastar 3x o CPA alvo em campanha de frase sem conversão (a métrica análoga não é alcance, é cliques + impressões).

Como ajustar o número por tipo de conversão:
  • Lead simples (formulário curto, download de e-book, cadastro em e-mail): 3.000 alcances
  • Lead considerado (demo, orçamento, agendamento com comercial): 5.000 a 8.000 alcances com frequência mínima 2 (a pessoa precisa ver o anúncio ao menos 2 vezes)
  • E-commerce ticket baixo (até R$ 200): 3.000 alcances
  • E-commerce ticket alto (acima de R$ 500): 5.000 alcances
Onde encontrar cada número no gerenciador:

Meta Ads: na visão de "Ads Manager", coluna "Alcance" e coluna "Frequência" no nível do conjunto de anúncio. Muda a métrica principal no dropdown do topo se não aparecer por padrão.
LinkedIn Ads: na aba "Performance chart", filtro "Unique impressions" (que é o alcance) e "Average frequency".
Google Ads: alcance não é métrica direta — usa "Impressões" ÷ "Frequência estimada" nos relatórios do YouTube ou Display. Em Search, foca no gatilho de gasto.
Por plataforma

A árvore de decisão dentro de cada gerenciador.

Toque em cada etapa para expandir. A ordem importa: cada passo assume que o anterior já foi executado e trouxe aprendizado.

Meta Ads — do público ao criativo, tudo em paralelo.

A pergunta que resolve 80% das dúvidas em Meta: a gente está testando público ou criativo? Cada rodada testa uma coisa só. Nunca as duas ao mesmo tempo.

Passo 1
Lançar 3 públicos em paralelo, mesmo criativo em todos
+

Estrutura: 1 campanha, 3 conjuntos de anúncio, mesmo criativo em cada. Um público por conjunto. Usa ABO na fase de teste — a gente é quem controla quanto vai para cada público.

Por que assim: o criativo é a constante. A única coisa que muda entre os conjuntos é o público. Se um conjunto entrega e outro não, a diferença está no público. Se todos entregam parecido, o criativo já se prova.

  • Público A — core: montado à mão com interesses e comportamentos do ICP (ex: gestores financeiros + interesse em SaaS de fluxo de caixa)
  • Público B — lookalike 1%: gerado pelo Meta a partir da lista de clientes ou leads qualificados dos últimos 6 meses
  • Público C — aberto: só localização, faixa etária e gênero. Deixa o algoritmo aprender sem interesse declarado.
Regra de leitura: só compare públicos com o mesmo criativo. Se você trocou o criativo em um dos conjuntos, jogou o teste fora.
SaaS B2B: conta de software de gestão de RH, ticket R$ 1.200/mês. Lançamos três públicos com o mesmo vídeo de 45 segundos. Público core (interesse em HR + gestão) trouxe CPL (custo por lead) de R$ 180. LAL 1% de trials ativos trouxe CPL de R$ 92. Aberto trouxe CPL de R$ 240 mas com volume 4x maior. Decisão do passo seguinte: escalar LAL, testar variações do aberto, matar core.
Passo 2
Um público converteu, dois não. E agora?
+

Aqui a maioria dos analistas erra: mata os dois e escala o vencedor. Parece certo, mas está deixando dinheiro na mesa.

Faça

Escala o vencedor em duplicata. Cria um segundo conjunto com o mesmo público e o mesmo criativo, com orçamento 20 a 30% maior. Isso testa se o resultado é estável e evita que o algoritmo entre em aprendizado de novo.

Não faça

Aumentar orçamento no conjunto ganhador diretamente. O Meta reentra em fase de aprendizado e derruba a entrega por 3 a 5 dias. Perde-se momentum sem motivo.

Nos dois públicos que não converteram, antes de matar: rode o mesmo criativo em uma variação leve do público. LAL 2% em vez de 1%. Refinamento de interesse. Se em 3 dias e 5x o CPA alvo em gasto ainda não performar, aí mata.

Healthtech B2C: healthtech com foco em check-up preventivo. Público core (interesse em saúde + faixa 35-55) travou. LAL 1% de agendamentos pagos entregou. Antes de matar o core, refinamos para 40-60 anos com renda estimada acima da média — o CPL caiu 45% e virou o segundo melhor público da conta. Se tivesse matado, teria perdido essa camada.
Passo 3
Nenhum público converteu. O problema agora é criativo.
+

Se três públicos diferentes rodaram o mesmo criativo e nenhum entregou, muda a hipótese: o criativo não está falando com ninguém. Não precisa de mais público. Precisa de outro criativo.

Estrutura de teste de criativo:

  • Escolhe o público mais amplo como constante (o que fornece volume rápido para leitura estatística)
  • De 3 a 5 conjuntos de anúncio, um criativo por conjunto
  • Varia uma dimensão por vez: gancho dos 3 primeiros segundos, formato (vídeo x carrossel x estático), prova (depoimento x número x demonstração), ou oferta (desconto x trial x diagnóstico)
Regra do gancho: em Reels e Stories, os 3 primeiros segundos decidem o resto. Teste 3 versões do mesmo vídeo mudando só os 3 segundos iniciais. É o teste de maior ROI em Meta hoje.
Jurídico B2C: escritório de direito previdenciário. Três públicos amplos, um vídeo institucional de 60s. Zero lead em 4 dias. Mantivemos o mesmo público aberto e trocamos por três aberturas: dor ("Foi negado seu benefício?"), pergunta ("Você já contribuiu por 20 anos?") e afirmação ("Advogado pode revisar seu processo"). A abertura por dor multiplicou o CTR (taxa de cliques) por 3,2x e destravou a conta.
Passo 4
Combinação de públicos — quando cruzar interesses
+

Quando dois públicos amplos performam parecido, testar a interseção deles vale a pena. Mas em um conjunto separado, sem desligar os originais.

Interseção significa cruzamento: quem entra é só quem está em A E em B ao mesmo tempo. É diferente de união, que é a soma dos dois (entra quem está em A OU em B). Interseção qualifica, união escala.

  • Público D — interseção: A ∩ B (interesse core E lookalike na mesma pessoa)
  • Roda em paralelo por 3 a 5 dias
  • Se o CPA da interseção fica menor que o CPA de A e B isolados, escala D e reduz A e B
Cuidado com interseção: ela reduz volume. Se o público final tem menos de 500 mil pessoas, a entrega vai ficar cara ou instável. Prefere união quando o objetivo é volume e interseção quando o objetivo é qualificação.
Fintech B2C: fintech de investimento. Público A (interesse em renda fixa) tinha CPA (custo por aquisição) R$ 78. Público B (LAL 3% de investidores ativos) tinha CPA R$ 82. Interseção A ∩ B: CPA R$ 41. Volume caiu 60%, mas taxa de ativação no app subiu de 22% para 47%. Justificou dobrar o orçamento na interseção e reduzir A e B pela metade.
Passo 5
Advantage+ e escala automática — quando liberar
+

Advantage+ só faz sentido depois que o time já mapeou os públicos e criativos que funcionam. Não é ponto de partida. É passo 5, não passo 1.

  • Ter pelo menos 50 conversões no pixel nos últimos 7 dias
  • Ter identificado 2 públicos vencedores no ABO tradicional
  • Alimentar o Advantage+ com esses públicos como Existing Customers e com os criativos vencedores como base
Como rodar Advantage+ em paralelo à manual: não desliga a campanha manual. Roda as duas com divisão 40/60 de orçamento por 14 dias. Se o Advantage+ ganha em CPA e volume, migra para 70/30. Nunca 100/0 no primeiro mês — quando dá problema, você fica sem plano B.
Educação: EAD de idiomas. Três meses rodando manual, 4 públicos vencedores identificados, 200+ conversões/semana. Ligamos Advantage+ com esses públicos e criativos. Nas duas primeiras semanas, Advantage+ entregou CPL 18% menor que a manual. Migração gradual em 6 semanas até 80/20. Não desligamos a manual — ela vira controle e ponto de aprendizado para os próximos criativos.

LinkedIn Ads — cargo é ponto de partida, não de chegada.

LinkedIn é a plataforma mais cara por clique do mercado. Errar público custa 5 a 10 vezes mais que em Meta. Aqui, a lógica de paralelismo não é opção — é a única forma de não queimar orçamento.

Passo 1
Três hipóteses de segmentação, todas no dia 1
+

Ao contrário do Meta, o LinkedIn não tem lookalike confiável para B2B. A segmentação é declarada — vem do próprio perfil que o usuário preenche. Isso quer dizer que o time precisa lançar três hipóteses de segmentação em paralelo desde o começo.

  • Campanha A — Cargo direto: job titles exatos do ICP (Diretor de Marketing, CMO, Head de Growth). É o mais preciso, também o mais caro.
  • Campanha B — Função + Senioridade: Marketing Function + Diretor/VP/C-Level. Mais amplo, pega variações de nomenclatura de cargo entre empresas.
  • Campanha C — Skill + Tamanho de empresa: HubSpot / RD Station / Google Ads + 51 a 1000 funcionários. Chega em quem opera a ferramenta, mesmo sem cargo alto.
Os mesmos criativos nas três campanhas. Se você troca o criativo entre elas, não sabe se o resultado é da segmentação ou da peça. Isso é lei do playbook.
SaaS B2B: plataforma de gestão de contratos, ticket R$ 3.000/mês. Rodamos as três em paralelo por 21 dias. Cargo direto teve CPL (custo por lead) R$ 480, taxa de MQL→SQL de 28% (MQL — Marketing Qualified Lead, lead que atende ao perfil de cliente; SQL — Sales Qualified Lead, lead validado pelo comercial como oportunidade concreta de venda). Função + Senioridade teve CPL R$ 210, mas MQL→SQL caiu para 11%. Skill (HubSpot + tamanho 100-500) teve CPL R$ 340 e MQL→SQL de 22%. Decisão: escalar cargo direto para contas de ticket alto, escalar skill para volume, matar função.
Passo 2
Segmentação por conta (ABM) — quando entra
+

ABM significa mirar em uma lista finita de contas-alvo definida pelo comercial. Não é sobre volume, é sobre frequência na conta certa.

Se o cliente tem lista de contas-alvo (100 a 2000 empresas), a campanha ABM entra em paralelo às três de cima, não depois. O aprendizado das três ajuda a calibrar a mensagem da ABM.

  • Upload da lista via Matched Audiences (por nome de empresa, CNPJ ou domínio)
  • Cruzar com filtro de cargo (Diretor+, área alvo). Sem esse cruzamento, o anúncio aparece para estagiário da conta certa e queima verba.
  • Orçamento separado das outras campanhas. Criativo específico para conta nomeada (mensagem mais personalizada, referência ao setor da conta).
Meta de frequência em ABM: 4 a 8 impressões por conta por semana. Abaixo disso, você não fica na cabeça de quem decide. Acima disso, satura e vira spam.
Healthtech B2B: healthtech vendendo software para operadoras de saúde. Lista de 180 operadoras entregue pelo comercial. Rodamos ABM em paralelo à segmentação por cargo. Nas contas da lista, o CPL foi 3,2x menor e a taxa de resposta ao inbox do vendedor foi 5x maior. Segmentação aberta trouxe volume, ABM trouxe as reuniões que fecharam.
Passo 3
Segmentação errou. Como corrigir sem perder aprendizado
+

Uma campanha travou com CTR baixo e zero lead. Antes de desligar, abre o relatório de demographics (empresa, cargo, senioridade). Duas coisas costumam aparecer:

Cenário A — impressão em cargo errado

O anúncio está entregando para analistas quando o alvo é diretor. Exclui senioridades baixas e duplica a campanha com o ajuste. Não edita a original — o algoritmo mistura aprendizado velho com novo e você não sabe qual está funcionando.

Cenário B — impressão em empresa errada

O anúncio está entregando em empresas de 1 a 10 funcionários quando o alvo é 200+. Ajusta filtro de tamanho e duplica. Mesma lógica para setor. A original vai para pausa, não para lixeira.

Fintech B2B: fintech de crédito para PJ. Segmentação por cargo "CFO" travou. Demographics mostrou que 40% das impressões iam para empresas de 1-10 funcionários (CFOs de MEI e ME que não fazem sentido no ticket). Duplicamos a campanha excluindo empresas abaixo de 50 funcionários. CPL caiu de R$ 620 para R$ 280 e a taxa MQL→SQL subiu de 8% para 24%.
Passo 4
Teste de criativo — a peça pesa mais que o público
+

Em B2B, o público certo ainda ignora a peça errada. Depois que uma segmentação começa a entregar, o próximo teste é sempre criativo.

  • Single Image: testa headline curta vs. headline com número. Ex: "Reduza CAC" (CAC — custo de aquisição de cliente) vs. "Reduza CAC em 34%". Número quase sempre ganha.
  • Document Ad (carrossel de PDF): maior CTR do LinkedIn hoje. Mas cansa rápido. Roda 2 em paralelo, troca a cada 14 dias.
  • Vídeo curto (30 a 60s): testa com legenda queimada vs. sem legenda. Legenda queimada quase sempre vence porque a maioria assiste sem som.
  • Message Ad / Conversation Ad: reserva para remarketing de visita ao site. Não usa para topo de funil — parece invasivo com quem ainda não te conhece.
Regra prática: nunca menos de 3 criativos por conjunto. Nunca mais de 4. O LinkedIn distribui mal com muitas variações e nenhuma ganha volume suficiente para julgar.
SaaS B2B: conta de CRM. Segmentação estabilizada em cargo Head+ em vendas. Rodamos em paralelo: Single Image com headline padrão, Single Image com número específico ("Feche 27% mais reuniões"), Document Ad de 8 páginas sobre pipeline. Document ganhou disparado — CTR 2,1% contra 0,7% das estáticas. Trocamos as estáticas por outros dois Documents e o volume de MQL dobrou em 30 dias.
Passo 5
Escala no LinkedIn — os limites que ninguém conta
+

O LinkedIn escala com freio. Aumentar orçamento mais que 20% no mesmo dia derruba a entrega por 48 a 72 horas. E o inventário é finito por segmentação — se você mira em 50 mil pessoas, não adianta jogar R$ 10 mil/dia. A plataforma não tem para quem entregar.

  • Escala segura: +20% a cada 3 dias no orçamento diário
  • Se o CPL sobe mais de 30% depois de escalar, volta ao patamar anterior e espera 5 dias antes de tentar de novo
  • Para dobrar o investimento sem quebrar a entrega: duplica a campanha em vez de aumentar orçamento no original
  • Frequência acima de 10 na mesma pessoa em 30 dias → renova criativo ou pausa a campanha por 2 semanas
Jurídico B2B: escritório de advocacia focado em setor regulado (financeiro). Segmentação ABM em 220 empresas. Frequência bateu 14 em 30 dias, CTR caiu pela metade. Trocamos os 3 Document Ads por versões novas (mesmo cargo, mesma lista, criativo diferente) e a frequência resetou. CPL voltou ao patamar do primeiro mês. Sem essa troca, teríamos que pausar a campanha e perder duas semanas.

Google Ads — controle antes de automação. Sempre.

O Google Ads é a plataforma que mais recompensa quem começa devagar. PMax, Broad Match e automação de lance são poderosos, mas só depois que a gente já tem sinal. Ligar PMax do dia zero é a receita clássica de queimar orçamento com lead ruim que parece bom no dashboard.

Passo 1
Search com correspondência de frase — o piloto
+

Toda conta nova começa com Search, correspondência de frase e lance manual (CPC manual ou Maximize Clicks com teto). Nada de PMax, nada de broad match, nada de automação de conversão.

Correspondência de frase quer dizer o seguinte: se o cliente busca "software de gestão financeira", seu anúncio aparece em "melhor software de gestão financeira" e "software de gestão financeira para PMEs", mas não em "melhor gestão financeira" (falta a palavra "software" na sequência). É controle sem perder variação natural.

  • 15 a 30 palavras-chave por grupo de anúncio
  • Correspondência de frase controla variações sem virar broad
  • Termos negativos revisados semanalmente na fase 1 — é ali que a gente descobre onde a verba está vazando
  • 3 anúncios responsivos por grupo
Por que assim: a fase 1 não é sobre volume. É sobre descobrir quais termos convertem. Esse aprendizado vira insumo para tudo o que vem depois: PMax, broad match, YouTube, remarketing.
SaaS B2B: software de gestão de estoque. Começamos com 24 palavras de frase (nome do serviço + variações de dor). No fim do mês 1, os termos negativos somavam 180 palavras — filtramos "grátis", "excel", "curso", "vaga", entre outros. CPA (custo por aquisição) caiu 55% do dia 1 para o dia 30 só limpando termo negativo, sem trocar campanha. Esse é o insumo que a fase 2 usa.
Passo 2
Broad Match — só depois de ter sinal
+

Broad Match hoje é uma ferramenta diferente do broad de 5 anos atrás. Ele usa sinais de conversão da conta para decidir onde aparecer. Isso quer dizer que broad sem histórico de conversão queima orçamento — não tem sinal para o algoritmo seguir.

  • Ativa broad match só depois de 30 a 50 conversões no Search
  • Roda em campanha separada das de frase. Nunca mistura tipos de correspondência dentro da mesma campanha, senão o lance fica louco.
  • Usa lance tCPA ou tROAS. Broad + manual é receita para queimar verba.
  • Revisa relatório de termos todo dia nas duas primeiras semanas
Healthtech B2C: plataforma de telemedicina. Fase 1 rodou 45 dias em frase, chegamos a 120 conversões no período. Abrimos broad match em campanha separada com tCPA em R$ 22. Nos primeiros 10 dias, o broad trouxe termos que a gente nunca teria imaginado — busca por "médico atende domingo", "consulta rápida barata". Essas viraram novas campanhas de frase dedicadas com CPA R$ 14. Broad como ferramenta de descoberta, não como campanha principal.
Passo 3
Performance Max — o cuidado que ninguém toma
+

PMax entrega em 8 posicionamentos ao mesmo tempo: Search, YouTube, Display, Gmail, Maps, Discover, Shopping e Descoberta. Nem todos esses posicionamentos trazem lead qualificado. Muitos trazem volume que parece bom no dashboard e péssimo no CRM.

Faça

Lance PMax em paralelo ao Search, com brand exclusion (excluir os termos de marca do próprio cliente para não canibalizar Search) e lista de negativas de conta. Alimente com público sinalizado (First Party Data — lista de compradores, lookalike). Desliga final URL expansion se o site tem páginas ruins que você não quer que entrem no rodízio.

Não faça

Não deixa PMax rodar sozinho como única campanha. Não confia no relatório de asset group para julgar qualidade — ele esconde de onde a conversão veio. Não mede sucesso em conversão declarada na plataforma. Mede em SQL no CRM. É a única leitura que importa.

O padrão que a gente vê repetido em contas B2B: PMax entrega o dobro de "conversões" que o Search, mas menos da metade em SQL. Se o cliente não tem CRM integrado, PMax mente. A gente só ativa quando o funil está fechado até a venda.
SaaS B2B: conta de ERP para indústria. Cliente chegou pedindo PMax porque "estava dando resultado" em outra agência. Auditamos: o "resultado" era formulário preenchido, sem checagem de e-mail corporativo. 68% dos leads eram Gmail/Hotmail de curiosos. Desligamos PMax, refizemos o funil com integração ao CRM, ligamos de novo com brand exclusion + First Party Data. Volume caiu 45%. SQL/mês subiu de 6 para 22.
Passo 4
YouTube — Shorts em campanha separada
+

Se o cliente tem vídeo, o YouTube é o lugar mais barato para topo de funil. Mas Shorts e in-stream são consumos totalmente diferentes. Nunca mistura na mesma campanha.

  • Campanha 1 — in-stream (skippable): formato horizontal 16:9, 15 a 30 segundos, CTA claro nos últimos 5 segundos
  • Campanha 2 — Shorts: formato vertical 9:16, 6 a 15 segundos, gancho no primeiro segundo
  • Objetivo na fase inicial: Video views ou Consideration. Ainda não é Conversions.
  • Cross com Search: quem assistiu 25% ou mais do vídeo entra em audiência de remarketing, que alimenta a campanha de Search
Erro clássico: subir um vídeo horizontal numa campanha que também roda em Shorts. Fica cortado, feio, não converte, e o time culpa o formato. Sempre um vídeo por posicionamento, uma campanha por posicionamento.
Jurídico B2C: escritório de defesa do consumidor. Tinha um vídeo institucional de 90 segundos, horizontal, com o sócio falando. Rodava em uma campanha só para tudo — Shorts e in-stream misturados. Reformatamos: cortamos um vídeo vertical de 12 segundos para Shorts (só a pergunta principal + convite), mantivemos o de 90s em in-stream. Shorts gerou audiência de remarketing 4x maior, com custo por view 70% menor. Search puxou dessa audiência com CTR 3,5x acima da média.
Passo 5
Demand Gen e Display — remarketing e prospecção assistida
+

Demand Gen e Display são camadas de reforço. Só valem quando o cliente já tem Search e YouTube rodando com aprendizado consolidado. Nunca são porta de entrada.

  • Display para remarketing: visitantes do site que não converteram nos últimos 30 dias. Criativo com oferta específica ou depoimento.
  • Demand Gen para prospecção assistida: público similar de convertidos + criativo social (imagem única, carrossel). Entrega em Discover e Gmail.
  • Roda em campanhas separadas — Display e Demand Gen entregam em públicos diferentes com métricas diferentes. Misturar embaralha a leitura.
Educação B2C: plataforma de cursos online. Search estabilizado em 800 conversões/mês, YouTube ativo há 4 meses. Ligamos Display de remarketing com criativo focado em "última chance de matrícula" para quem visitou página de curso e não comprou em 30 dias. CPA do Display foi R$ 38 contra R$ 92 do Search puro — mas só rodou porque tinha o Search alimentando visitante novo. Demand Gen entrou depois, mirando LAL 3% dos matriculados, e virou o canal de prospecção mais barato da conta.
Matriz de decisão

Quando escalar, quando esperar, quando pausar.

A leitura é a mesma para as três plataformas. O que muda é o patamar de gasto mínimo antes de decidir. A gente nunca decide com menos de 5x o CPA alvo (custo por aquisição) em gasto — abaixo disso, é ansiedade, não dado. E, em paralelo, tem a regra dos 3.000 alcances: se você já bateu esse patamar sem conversão, o gasto pode nem ter chegado no 5x e mesmo assim o público não está respondendo. Pausa o que vier primeiro.

Sinais para escalar

  • CPA/CPL abaixo do alvo (CPA — custo por aquisição; CPL — custo por lead) por 3 dias seguidos com gasto mínimo de 5x o CPA alvo
  • Volume de conversão crescente ou estável (não em queda)
  • Frequência abaixo de 4 em Meta e LinkedIn — ainda tem público para entregar
  • CTR estável ou crescente depois de 2 semanas
  • Leads viram SQL (Sales Qualified Lead — lead validado pelo comercial como oportunidade) no CRM, não só conversão declarada na plataforma

Como escalar: duplica a campanha vencedora com orçamento maior. Não edita o original. +20% a cada 3 dias no LinkedIn, +30% a cada 2 dias no Meta. PMax escala sozinho com tCPA/tROAS respeitado.

Sinais para pausar

  • Zero conversão depois de gastar 5x o CPA alvo (custo por aquisição definido no cálculo da seção Matemática) OU depois de 3.000 alcances sem conversão — o que vier primeiro
  • CTR (taxa de cliques) abaixo de 0,5% em Meta ou 0,4% em LinkedIn depois de 3 dias
  • Frequência acima de 8 sem conversão nova em 7 dias — público saturado
  • Lead entra mas CRM marca como desqualificado em mais de 70% dos casos
  • CPA aumentou mais de 40% em relação ao início e não estabiliza em 5 dias

Como pausar: pausa, não deleta. O histórico da campanha alimenta o algoritmo para as próximas. Duplica com o ajuste correto (público, criativo ou oferta) em vez de reiniciar do zero.

Gasto e tempo mínimos antes de decidir

Cada plataforma tem seu tempo. Pular etapa é como ler resultado de exame antes do laboratório terminar — só gera diagnóstico errado.

Plataforma Gasto mínimo para leitura Tempo mínimo Métrica principal na fase inicial
Meta Ads 3 a 5x CPA alvo por conjunto 3 a 5 dias Custo por resultado + CTR único
LinkedIn Ads 5x CPL alvo por campanha 7 a 10 dias CPL + qualificação no CRM
Google Search 3x CPA alvo por grupo 7 dias Impression share + CTR + conversão
Google PMax 10x CPA alvo 21 a 30 dias SQL no CRM (não conversão da plataforma)
YouTube (Video) 3x CPV alvo por campanha 7 dias View rate + CTR + audiência qualificada gerada
Versão comercial

Como isso vira argumento em reunião.

Corte técnico. O que segue é a leitura da metodologia para pitch e onboarding. Serve para responder as duas perguntas que todo prospect faz: "por que vou pagar mais que outra agência?" e "como vocês trabalham?".

A gente não terceiriza aprendizado para o algoritmo.

A maior parte das agências liga PMax, Advantage+ e Broad Match no dia 1 e diz que "está deixando o algoritmo aprender". Isso é entregar a decisão da mídia para uma caixa preta. Na Amplifica, a gente testa em paralelo, isola variável e só libera automação depois de ter aprendizado. É por isso que o CPA (custo por aquisição) cai ao longo dos meses em vez de subir — em outras contas, o que acontece é o efeito platô: no começo tudo funciona, no médio prazo o custo dobra porque ninguém aprendeu nada de verdade sobre o público.

3x

Mais hipóteses testadas por semana

Rodando testes em paralelo em vez de sequenciais, o time da Amplifica valida 3x mais público, criativo e oferta no mesmo período — sem gastar 3x mais.

-40%

Menos desperdício por criativo

Isolar variável evita que um criativo bom morra dentro de um público ruim (e vice-versa). Confundir problema de público com problema de peça é o erro de leitura mais comum em performance.

5x

Gasto mínimo antes de decidir

Nada é pausado antes de 5x o CPA alvo em gasto. Isso previne o outro erro clássico: matar campanha vencedora cedo demais por ansiedade do time ou do cliente.

Como responder às três perguntas mais comuns em pitch

Q1
"Vocês vão gastar meu orçamento testando?"
+

Resposta: Teste custa. Não testar custa mais. Cada hipótese não validada vira suposição rodando por 6 meses. A metodologia da Amplifica é justamente para que o teste seja controlado — piloto pequeno, regra de pausa definida, aprendizado documentado. O que economiza orçamento não é evitar teste. É evitar teste ruim.

Q2
"Por que não deixar o algoritmo do Google/Meta decidir?"
+

Resposta: Porque o algoritmo otimiza para o que você diz que é conversão. Se a integração com CRM não está fechada, ele otimiza para lead ruim. PMax fica ótimo no dashboard e péssimo no CRM. Antes de ligar automação, a Amplifica garante que o funil está fechado até a venda. Se não estiver, o algoritmo entrega volume errado — e você paga por ele.

Q3
"Como sei se está funcionando?"
+

Resposta: Reunião quinzenal com relatório que mostra três coisas: hipótese que rodou, o que a gente aprendeu, próximo teste. Não é dashboard de vaidade. É registro do que a mídia está ensinando sobre o negócio do cliente. Em 6 meses, isso vira base de conhecimento — não relatório mensal descartável.

Fechamento sugerido para reunião de proposta: "A Amplifica não vende hora de gestor. Vende método de teste e leitura. Você contrata para saber o que funciona, não para preencher gerenciador."
— Quer aplicar isso na sua operação? —

Você agora tem o método. A gente ajuda a colocar em prática.

Esse playbook público serve para alinhar a conversa sobre o que é performance séria em B2B. Se você quer aplicar a metodologia de escala paralela na sua operação com suporte da Amplifica, dois caminhos abaixo: começar pelo Raio-X Digital, ou falar direto com a equipe no WhatsApp.